PUBLICIDADE

Em Duas Estradas, contrato de R$ 50 mil salta para R$ 351 mil na gestão Joyce Renally; MPC aponta indícios de favorecimento à HC Locação

Um dos pontos mais graves apontados na análise das contas de 2023 da ex-prefeita de Duas Estradas, Joyce Renally Félix Nunes, envolve a contratação da empresa HC Locação de Veículos Ltda. O caso chamou a atenção da auditoria e levou o Ministério Público de Contas (MPC-PB) a apontar indícios de favorecimento à empresa, além de […]

window.getAdSnippetCallback = function () { if ( false === ( window.isWatlV1 ?? false ) ) { // Use Aditude scripts. window.tudeMappings = window.tudeMappings || []; window.tudeMappings.push( { divId: 'atatags-dynamic-belowpost-6abc45740d2f7', format: 'belowpost', } ); } } if ( document.readyState === 'loading' ) { document.addEventListener( 'DOMContentLoaded', window.getAdSnippetCallback ); } else { window.getAdSnippetCallback(); }
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um dos pontos mais graves apontados na análise das contas de 2023 da ex-prefeita de Duas Estradas, Joyce Renally Félix Nunes, envolve a contratação da empresa HC Locação de Veículos Ltda. O caso chamou a atenção da auditoria e levou o Ministério Público de Contas (MPC-PB) a apontar indícios de favorecimento à empresa, além de despesas acima do valor inicialmente contratado.

A contratação foi feita por meio da Dispensa nº 007/2021. O contrato original previa apenas oito meses de serviço, pelo valor de R$ 50.160,00.

Mas o que começou como um contrato de pouco mais de R$ 50 mil foi sendo ampliado ao longo dos anos. Segundo o parecer do MPC, foram firmados seis termos aditivos, incluindo sucessivas prorrogações e um acréscimo no valor original.

Com as alterações, o contrato chegou a R$ 351.120,00 e teve sua vigência prorrogada até 31 de agosto de 2025.

Ou seja: o valor acumulado do contrato ficou cerca de sete vezes maior que o valor inicial, enquanto uma contratação que deveria durar oito meses foi sendo prolongada por anos.

Por que a auditoria questionou?

Segundo a análise técnica registrada no processo, as justificativas apresentadas para um acréscimo de 25% foram consideradas genéricas e não teriam demonstrado uma situação excepcional que justificasse a continuidade da contratação sem a realização de uma nova licitação.

Também não teria sido apresentado um estudo técnico capaz de demonstrar que a manutenção do contrato era mais vantajosa para o município do que a abertura de um novo processo licitatório.

É justamente nesse ponto que o caso ganha maior peso no parecer do Ministério Público de Contas.

Para o MPC, manter uma contratação direta por dispensa durante aproximadamente quatro anos, sem a realização de uma nova licitação, teria “desvirtuado o instituto da dispensa de licitação”.

O parecer vai além e afirma que a situação teria criado uma “reserva de mercado em favor da empresa HC Locações”.

O que o MPC pediu?

Diante dos apontamentos, o Ministério Público de Contas pediu a aplicação de multa à então gestora e recomendou que a atual administração municipal se abstivesse de renovar os contratos decorrentes dos procedimentos analisados.

Também foi defendida a realização de uma nova licitação para a locação da frota do município.

Deixe uma resposta

Leia mais

Últimas

Descubra mais sobre Destak1

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo