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Laboratório clandestino alvo da PF em João Pessoa tinha capacidade de produzir até R$ 1 milhão por mês em moeda falsa

Getting your Trinity Audio player ready… O laboratório clandestino instalado em João Pessoa e desarticulado pela Polícia Federal durante operação nesta quarta-feira (22) tinha capacidade para produzir até R$ 1 milhão em moeda falsa por mês, é o que revela a investigação. De acordo com o delegado Alberto Moura Lima Júnior, chefe da Delegacia de […]

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O laboratório clandestino instalado em João Pessoa e desarticulado pela Polícia Federal durante operação nesta quarta-feira (22) tinha capacidade para produzir até R$ 1 milhão em moeda falsa por mês, é o que revela a investigação. De acordo com o delegado Alberto Moura Lima Júnior, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, a organização criminosa “já estava instalada e segmentada aqui na capital paraibana desde o ano de 2022”.

A Operação No Fake, deflagrada pela Polícia Federal já contabiliza duas prisões em João Pessoa, uma prisão em Mogeiro, na Paraíba. Além disso também foram feitas prisões em Caruaru e Paulista, no estado de Pernambuco e outra prisão em Lages, no estado de Santa Catarina.

Como detalhou o delegado em vídeo obtido pelo ClickPB, “aqui na capital paraibana funcionava um laboratório que foi desarticulado nessa operação no dia de hoje e, segundo as investigações, esse laboratório tinha o potencial de fabricação e venda de R$ 800 mil a R$ 1 milhão por mês”.

Além dos mandados de prisão, também foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal.

De acordo com as investigações, a organização criminosa, com atuação em todo o território nacional, operava um laboratório clandestino de falsificação de moeda. A divulgação e comercialização dos valores era realizada através das redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços de envio postal.

Além do crime de moeda falsa, a investigação também aponta para a prática de organização criminosa; receptação qualificada; adulteração de veículos automotores; tráfico de drogas; comércio ilegal de armas de fogo; e lavagem de capitais.

Fonte: Click PB

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