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Leis de Camila Toscano reforçam acolhimento e assistência a mulheres com câncer de mama

O Brasil deve registrar cerca de 78,6 mil novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028. Na Paraíba, a estimativa é de aproximadamente 1.640 casos anuais, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diante desse cenário, leis de autoria da deputada estadual Camila Toscano (MDB) reforçam a assistência às mulheres que […]

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Brasil deve registrar cerca de 78,6 mil novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028. Na Paraíba, a estimativa é de aproximadamente 1.640 casos anuais, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diante desse cenário, leis de autoria da deputada estadual Camila Toscano (MDB) reforçam a assistência às mulheres que enfrentam a doença, com medidas voltadas ao acolhimento, ao acompanhamento humanizado e ao suporte após a retirada da mama.

Uma das iniciativas é a Lei Estadual nº 13.174/2024, que instituiu a Campanha Estadual de Apoio e Assistência à Mulher que Retirou a Mama. A legislação busca garantir suporte emocional e social às mulheres submetidas à mastectomia, contribuindo para a recuperação da autoestima e a reintegração social após a cirurgia.

Já a Lei Estadual nº 13.118/2024, de autoria de Camila, criou a Campanha Estadual de Acompanhamento Eficiente e Humanizado a Pacientes com Câncer de Mama. A proposta destaca a importância de um atendimento digno e contínuo, que considere as necessidades das pacientes e os impactos físicos e emocionais do tratamento.

“Não basta tratar a doença. Precisamos acolher, orientar e garantir que cada mulher tenha acesso ao cuidado que merece. O diagnóstico e o tratamento são etapas fundamentais, mas o apoio emocional e social também fazem diferença na recuperação e na qualidade de vida das pacientes”, destacou a deputada.

Camila também chama a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce. O acompanhamento médico e a realização dos exames recomendados são importantes para identificar possíveis alterações nas mamas e permitir o início oportuno do tratamento. Quanto mais cedo a doença for identificada, maiores podem ser as chances de sucesso no tratamento.

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