A concessão da Licença de Regularização e Operação ao Engenho Nossa Senhora Aparecida LTDA, responsável pela produção da Cachaça Campo Alegre, representa mais do que uma autorização ambiental. O documento, emitido pela SUDEMA, reforça a importância do empreendimento para o desenvolvimento econômico, cultural e social do município de Duas Estradas e de toda a região.

Instalado na zona rural do município de Duas Estradas, o engenho movimenta a economia local ao gerar empregos diretos e indiretos, incentivar a cadeia produtiva da cana-de-açúcar e fortalecer pequenos produtores e prestadores de serviço da região. Além disso, a produção da Cachaça Campo Alegre carrega tradição, identidade cultural e o saber-fazer que atravessa gerações no Brejo paraibano.

Com a licença nº 0495/2026, válida até 27 de janeiro de 2028, o empreendimento está oficialmente autorizado a produzir e engarrafar aguardente de cana-de-açúcar, atuando dentro das normas ambientais exigidas. A estrutura do engenho conta com área construída de 295,83 metros quadrados e sistema de esgotamento sanitário adequado, o que garante funcionamento responsável e sustentável. A concessão da licença atesta que o engenho está apto a operar dentro dos parâmetros legais e ambientais exigidos, reforçando o papel da cadeia produtiva da cachaça como atividade tradicional e econômica relevante para a região.

Para o proprietário, Jonas Neto, a regularização representa uma conquista construída com esforço e perseverança, celebrada inclusive nas redes sociais como símbolo de mais um passo dado rumo ao crescimento do negócio e à valorização da produção local.

“Cada fase é um motivo a agradecer e comemorar. Depois de muita luta, conseguimos a regularização do nosso empreendimento junto à SUDEMA. Mais um passo dado é a certeza de que estamos no caminho certo, onde só temos gratidão a Deus”, destacou.

A atuação do engenho também contribui para projetar Duas Estradas no cenário regional da cachaça artesanal, agregando valor ao produto, fortalecendo o turismo rural e mantendo viva uma atividade que faz parte da história econômica do interior paraibano.

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